quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O emigrante

O emigrante


Há uma beleza na idéia sobre Pais e filhos, a Dádiva, o amor, a religião, o Trabalho e a liberdade. Não entendo essa essa ânsia na vida por si mesma, isso ainda não se encontra ao alcance de uma formula própria mesmo quando a idéa já está gasta na mente.  No entando é  duro ancorarce as dúvidas da vida. O que restou do matrimónio a não ser as palavras esperançosas " juntos para todo sempre". Juntar todas as posses principalmente aquelas que estamos presos por podermos precisar delas amanhã. E o que é o medo da necessidade se não encarar os fatos na posição  da própria necessidade.  Há muitas pessoas que dão pouco do muito que possuem, e fazem apenas pelo elogio, assim seu desejo secreto desvaloriza sua ação. Isso é tão simples de perceber quanto a idéia secreta de pais e filhos que é muito maior do que as conclusões matrimoniais sistematizadas por um padrão materialista. Quando o amor chamar sigua-o mas sem esquecer que da mesma forma que o amor lhe presenteia com sua dadiva ele lhe crucifica e da mesma forma que ele contribui para o crescimento pessoal trabalha em silêncio por uma ação despercebida sem pensar nos próprios valores tão sonhados e adqueridos anteriomente no decorrer do percurso conquistado.

Jerônimo de Lima

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